HomeComunicação com a FDHLUna-se ao nosso MarketplaceUna-se à FDHLInsightsContato Somos um coletivo conselheiros e de "conectores estratégicos": empresários, especialistas certificados e hands-on, unidos pela paixão por desafios da Governança Corporativa e soluções éticas, práticas e inovadoras.
Atuamos como o elo estratégico entre as tendências de mercado, as necessidades dos clientes e soluções tecnológicas de ponta, alinhadas ao storytelling único de cada organização e de seus líderes. Nossa essência é nos unirmos às mais diversas lideranças empresariais para garantir que diferentes "plantios" resultem em diferentes "colheitas", alcançando alvos prioritários e revertendo cenários críticos com agregação de valor, cultura, propósito e sucesso sustentável.
Carregamos a missão de auditar, auxiliar, recomendar caminhos e solucionar os emaranhados de dúvidas e problemas que impedem o avanço lucrativo e sustentável da prosperidade corporativa.
Nosso grupo atua como conselheiros em diversos nichos de mercado - de startups e PMEs a grandes corporações multinacionais e órgãos governamentais.
Nossa visão estratégica abrange riscos, oportunidades, parcerias e alianças que, a todo instante, podem impulsionar ou derrubar o crescimento e a inovação.
Todo o nosso "produto humano" possui plena capacidade e prestígio para atuar em cadeiras de conselho e consultoria. Todos passaram por uma criteriosa seleção ética e profissional, com rigoroso atestado de recomendação do mercado.
Com um prévio estudo cautelar e estratégico para cada necessidade - seja de curto, médio ou longo prazo - realizamos aconselhamento, consultoria, mentoria, facilitação e mediação através de análises aprofundadas das ramificações da liderança e governança corporativa, garantindo soluções eficazes, mutuamente benéficas e com foco em resultado.
Ele atua na governança, orientando a diretoria em decisões estratégicas de longo prazo. Diferente de um diretor, ele não executa tarefas diárias, mas monitora o desempenho, avalia riscos e zela pela ética e longevidade do negócio.
Um advisor é um especialista estratégico que atua como um conselheiro para empresários ou empresas. Sua função não é executar tarefas operacionais, mas sim oferecer visão sistêmica, mentoria e orientações para decisões cruciais, como planejamento tributário, estruturação societária ou expansão de mercado.
O momento ideal costuma ser quando a empresa busca escalar, superar desafios de governança ou quando o empreendedor se sente isolado em decisões críticas. Muitos defendem que startups devem buscar esse apoio o quanto antes para mitigar riscos de fracasso.
Em startups, é comum o uso de equity (participação societária) através de contratos como stock options ou RSU, vinculando o ganho do advisor ao sucesso da empresa. Em empresas tradicionais, a remuneração pode ser por fee mensal (retentor) ou comissão por resultados (especialmente em captação de recursos).
Sim. Não há diferença oficial de significado; ambas são grafias aceitas para descrever alguém que oferece conselhos ou orientação.
É um serviço profissional onde um especialista (consultor) fornece diagnósticos técnicos e soluções para problemas específicos de um cliente ou empresa. O objetivo é ajudar a alcançar resultados que o cliente não consegue obter sozinho.
Um consultor traz uma visão externa e imparcial, livre dos "vícios" do dia a dia. Além disso, ele possui experiência de mercado acumulada em diferentes projetos, o que permite identificar e solucionar problemas que quem está dentro da rotina muitas vezes não percebe.
O sucesso é medido através de KPIs (Indicadores de Desempenho) definidos no início do contrato. Se o objetivo era reduzir gastos em 10% e a consultoria alcançou essa meta, o serviço foi bem-sucedido.
Um facilitador é um profissional que ajuda um grupo de pessoas a trabalhar de forma mais eficaz, atingir seus objetivos e tomar decisões coletivas. Ele não é um "chefe" nem um "professor", mas sim alguém que gerencia o processo para que o grupo foque no conteúdo.
Enquanto o palestrante detém o conhecimento e o transmite de forma unilateral, o facilitador extrai o conhecimento dos próprios participantes. O facilitador guia a conversa, garante que todos sejam ouvidos e mantém o foco no resultado desejado.
Não necessariamente. Na verdade, ser neutro em relação ao conteúdo é muitas vezes uma vantagem. Isso permite que o facilitador se concentre totalmente na dinâmica do grupo e na metodologia, sem tentar influenciar a decisão final com suas próprias opiniões.
O auditor é o profissional responsável por examinar, verificar e validar as atividades financeiras, contábeis e operacionais de uma organização. Seu objetivo é garantir que os registros estejam precisos, completos e em conformidade com leis e normas vigentes.
Para atuar como auditor, geralmente é exigida formação superior em áreas como Ciências Contábeis, Administração ou Economia, além de vasta experiência profissional.
O processo geralmente segue um ciclo estruturado:
Porque investidores e consumidores agora avaliam o valor de uma empresa não apenas pelo lucro, mas pelos riscos socioambientais que ela gera. Empresas com boas práticas ESG tendem a ser mais resilientes a crises e atraem mais investimentos
Não exatamente. Enquanto a sustentabilidade é um conceito mais amplo e filosófico, o ESG é a aplicação prática e mensurável desse conceito no mundo corporativo e financeiro, utilizado para métricas e tomada de decisão.
É a prática enganosa de promover ações sustentáveis falsas ou irrelevantes para esconder impactos negativos. Nos últimos anos, órgãos reguladores estão cada vez mais rigorosos na fiscalização para evitar essa prática.
Muitas empresas publicam anualmente o Relatório de Sustentabilidade. Você pode verificar se a empresa segue padrões globais como o GRI (Global Reporting Initiative) ou o SASB (Sustainability Accounting Standards Board). No Brasil, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) é a principal referência.
É o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas. Envolve o relacionamento entre sócios, conselho de administração, diretoria e órgãos de fiscalização.
Serve para aumentar a confiança dos investidores, facilitar o acesso a capital, reduzir conflitos de interesse e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo.
É o conflito que ocorre quando os interesses dos gestores (agentes) não estão alinhados aos interesses dos donos (principais). A governança cria mecanismos de controle para garantir que o gestor trabalhe pelo bem da empresa e não em benefício próprio.
Não. Embora tenha surgido com força no mercado de capitais, suas práticas são aplicáveis e recomendadas para todos os tipos de empresa, incluindo as empresas limitadas (LTDA), empresas familiares, ONGs e até órgãos públicos.
É o principal guia no Brasil, editado pelo IBGC, que reúne recomendações para que as organizações adotem padrões de excelência. Você pode consultar a versão mais recente diretamente no portal do IBGC.
O "G" da sigla ESG (Environmental, Social, and Governance) refere-se justamente à governança. Sem uma estrutura de governança sólida, é impossível sustentar políticas ambientais (E) ou sociais (S) eficazes e auditáveis.
O Conselheiro Consultivo Profissional é CERTIFICADO e atua como um guia estratégico. Ele não executa as tarefas do dia a dia, mas questiona, analisa riscos, sugere novos caminhos e ajuda a diretoria a tomar decisões mais seguras e visionárias.
Sim. O tamanho não é o fator principal, mas sim a complexidade dos desafios. Se você sente que está com difíceis desafios, "preso no operacional" ou que as decisões são tomadas de forma solitária, um conselheiro consultivo profissional traz a visão externa e independente, com muita base, propriedade, vivência e experiência necessárias para profissionalizar a gestão e escalar o negócio com perenidade.
Ele ajuda a evitar erros caros, identifica oportunidades de mercado que a equipe interna pode não ver, melhora a eficiência dos processos e aumenta a confiança de investidores e bancos, o que pode facilitar o acesso a crédito.
Não. Em conselhos consultivos, por exemplo, as recomendações não são impositivas. O objetivo é apoiar os decisores (dono/CEO), oferecendo uma perspectiva de quem já passou por situações semelhantes, permitindo que a decisão final seja mais embasada e assertiva.
Busque neste site na aba de "Profissionais Certificados", ou através de sua rede de confiança, indicações de alguém que tenha CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL e competências complementares às suas, exemplo, se você é técnico, busque um conselheiro com veia comercial ou financeira. Além disso, verifique a certificação em órgãos como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a Board Academy, a BRA Certificadora com o programa AdCM®, a CELINT com o ConCertif®, e instituições renomadas como a FGV (parceira do Sistema OCB para certificação de conselheiros fiscais), FIA, ISE, Saint Paul, além de opções internacionais como Harvard e INSEAD, que garantem conhecimento em ótimas práticas de governança.
A escolha entre um advisor, facilitador, consultor ou conselheiro depende das necessidades específicas do seu negócio. O mercado diferencia essas funções pelo equilíbrio entre visão estratégica e execução operacional, variando conforme a complexidade de cada desafio.
Na aba 'Profissionais Certificados', você pode explorar o perfil completo de especialistas selecionados, conferir suas trajetórias e acessar seus insights. Conecte-se diretamente via redes sociais ou agende uma reunião para identificar o profissional ideal para os seus objetivos.
Como a função primordial do Conselheiro Consultivo é atuar como um órgão de consulta para orientar a diretoria e os sócios, diferentemente de consultorias pontuais, o conselheiro acompanha a evolução da empresa continuamente. O investimento e valores são estipulados após reuniões prévias de entendimento e varia conforme o porte da organização. Os modelos de pagamento podem ser amplamente negociáveis, seja em formato de remuneração recorrente mensal com prazo fixado, por pacotes em remunerações pontuais, por contratação direta da pessoa jurídica via contrato ou via reunião (jeton) ou mesmo com participação nos lucros, no caso de startups, participação societária (equity).